VOLTAIRE...

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François Marie Arouet, nasceu em Paris, França, no dia 21 de Novembro de 1694 e faleceu a 30 de Maio de 1778.
Possivelmente alguns, saberão de quem se trata, porém outros, o referido nome, não lhe dirá nada.
Nessas circunstâncias, vamos dizer que, François Marie Arouet, tinha como pseudónimo Voltaire.
Assim Voltaire, foi um filósofo e escritor francês, um dos grandes representantes do Movimento Iluminista na França.
Foi também ensaísta, poeta, dramaturgo e historiador.
Descendente de família burguesa foi aluno do Collège Louis-le Grand, em Paris, uma das mais importantes instituições de ensino da França, nessa altura.
Foi um combativo escritor, preso e exilado diversas vezes devido às críticas irónicas à nobreza privilegiada e às instituições que limitavam a liberdade individual.
Nos anos 1717 e 1718, foi preso na Bastilha, altura em que adoptou o nome de Voltaire.
Voltaire, foi um dos grandes representantes do Movimento Iluminista em França
O Iluminismo era um movimento intelectual que teve sua maior expansão na França do século XVIII.
O movimento-se através da efervescência intelectual de grandes filósofos, entre eles, Voltaire, Montesquieu e Rousseau, cujas críticas às instituições existentes preparavam o caminho para criação de novas academias, clubes e salões aristocráticos, nos quais artistas e escritores eram admirados
Voltaire volta a ser preso e exilado em Inglaterra, no período compreendido entre 1726 e 1728, altura em que conhece o seu amigo John Locke, admirando as suas ideias sobre Direito Natural e influenciado por este e pelo regime de governo parlamentar, instituído após a Revolução Gloriosa de 1688, passou a defender a ideia de que a tolerância religiosa e a monarquia constitucional deveriam ser adoptadas por todas as nações europeias
Voltaire condenava o Absolutismo, porém defendia a necessidade de uma Monarquia centralizada, em que o rei teria como assessores os filósofos e estabeleceria uma política capaz de fazer reformas de acordo com os interesses da sociedade.
Ele mesmo fazia propaganda das ideias liberais, defendendo o direito dos indivíduos à liberdade política e de expressão.
Criticava a Igreja, mas não era ateu e sim deísta – acreditava que Deus estava presente na natureza e também no homem, que pode descobri-lo por meio da razão, dizendo que ela guia o homem para a sabedoria
Voltaire, admitia ser um amante incorrigível, daí ter muitas mulheres, entre elas, a Marquesa de Chatelet e Émilie de Breteiul.
A sua obra, em 1734 publicou Cartas Inglesas ou Carta Filosóficas, onde ridicularizava as instituições francesas, escreveu novelas irónicas como O Filho Pródigo, O Mundano e Cândido, essa última, uma crítica aos seus opositores.
E ainda escreveu tragédias, entre elas Tancredo (1760).
Dos contos filosóficos, o mais importante é O Ingénuo (1767), no qual tratava dos abusos políticos.
No Tratado Sobre a Tolerância (1763) discorreu elogios sobre a razão.

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